O tempo é lagar
de precioso vinho.
Pisa devagarinho.

O tempo é moinho
e é preciso trigo.
Bate, amigo.

O tempo é forno
de ázimo pão.
Basta, irmão.

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Livro de Linhagens
Paulo de Tarso
Sarau das Letras – Corpos Editora
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clauderarcanjo@gmail.com
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