Difícil existir quando o corpo assoma
qual uma enchente de aziaga fala.
Por ausência de outro ou de arroz ou de água
ou, mais fundo ainda, perdido de si,
sem Deus ― ou sem estrela ébria.

Difícil estar aqui de vigília,
domando leões enferrujados
por dentro da respiração,
perto demais de mim mesmo.
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