NO SILÊNCIO DA MADRUGADA (Webston Moura)

 

Lá fora,
os areais repousam sob as estrelas;
vasto, o mundo é outro: noite.
Silêncio, que sem chuvas sapos
                                             não há.
Longe, o carnaubal leve sob o vento,
o luar, o escuro da mata, o silêncio.
                        Um boi muge devagar.
                  Voeja algum inseto breve.

Tudo é maior que eu.
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– Créditos da imagem: Antonio Muñiz
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